quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
FRASES - PARA REFLEXÃO
"Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo. O teu ódio nunca será melhor do que a tua paz."

( Jorge Luis Borges )
"Tenho visto demasiado ódio para querer odiar. "
( Martin Luther King )
"Quando odiamos alguém, odiamos em sua imagem algo que está dentro de nós. "

( Hermann Hesse )
( Jorge Luis Borges )
"Tenho visto demasiado ódio para querer odiar. "
( Martin Luther King )
"Quando odiamos alguém, odiamos em sua imagem algo que está dentro de nós. "
( Hermann Hesse )
sábado, 29 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Projeto da novela “Cidade Jardim” é apresentado
A novela “Cidade Jardim”, primeira produzida na Região dos Lagos, foi apresentada para empresários e imprensa nesta quarta-feira, 26, no Espaço Cultural Maria José Fernandes, que fica no segundo piso do Cabo Frio Leste Shopping.
Durante o evento, o diretor geral, Rodrigo Sena, e o autor Guilherme Guaral, falaram sobre o projeto audacioso, do novo mercado que se abre gerando emprego e renda e da importância dos patrocinadores para a realização da teledramaturgia. Logo após, o vídeo de abertura da novela foi exibido e o elenco apresentado para o público presente.
“Cidade Jardim” tem o bairro Jardim Esperança como principal cenário e será exibida na Jovem TV às segundas, quartas e sextas com reprises às terças, quintas e sábados. As primeiras cenas começam a ser gravadas nesta quinta-feira, às 8h, na Escola Municipal Vereador Leaquim Shuindt, em Cabo Frio, e a previsão de estreia é abril.
A novela conta a história de Edu (Obed Filho), um jovem idealista que tem como sonho montar um grupo de teatro na Cidade Jardim. Sua namorada, Dalila (Lorena Bites), estuda jornalismo e vive divida entre o desejo de se casar e o de seguir sua carreira profissional. Edu vai conseguir mobilizar a comunidade, mas passará por diversas dificuldades em sua trajetória. A novela, como um todo, tem como grande personagem a Cidade Jardim, com seus tipos folclóricos, seu comércio e sua gente, revelando a força e a alegria dos moradores do lugar. A dramaturgia vai revelar a força e a alegria dos moradores do lugar misturando ficção e realidade.
FONTE: Dialectica Comunicação Integrada Dialectica Comunicação Integradadialectica@dialectica.com.br
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Ars est celare artem.
. A arte está em esconder a arte.

Este trecho faz parte do prefácio da obra “O retrato de Dorian Gray”.
O artista é o criador de coisas belas.
O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia.
Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito.
Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos, para esses há esperança.
Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza.
Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos.
E é tudo. A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara ao espelho.
A aversão do século XIX pelo Romantismo é a queixa de Caliban por não ver a sua cara ao espelho.
A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas.
Nenhum artista tem simpatias éticas.
Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável. Um artista nunca é mórbido.
O artista pode exprimir tudo. Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo.
Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas.
Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas. O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida.
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obra é nova, complexa e vital.
Quando os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que ela seja profundamente admirada.
Toda a arte é completamente inútil.
Oscar Wilde

O artista é o criador de coisas belas.
O objectivo da arte é revelar a arte e ocultar o artista.
O crítico é aquele que sabe traduzir de outro modo ou para um novo material a sua impressão das coisas belas.
A mais elevada, tal como a mais rasteira, forma de crítica é um modo de autobiografia.
Os que encontram significações torpes nas coisas belas são corruptos sem sedução, o que é um defeito.
Os que encontram significações belas nas coisas belas são os cultos, para esses há esperança.
Eleitos são aqueles para quem as coisas belas apenas significam Beleza.
Um livro moral ou imoral é coisa que não existe. Os livros são bem escritos, ou mal escritos.
E é tudo. A aversão do século XIX pelo Realismo é a fúria de Caliban ao ver a sua cara ao espelho.
A aversão do século XIX pelo Romantismo é a queixa de Caliban por não ver a sua cara ao espelho.
A vida moral do homem faz parte dos temas tratados pelo artista, mas a moralidade da arte consiste no uso perfeito de um meio imperfeito. Nenhum artista quer demonstrar coisa alguma. Até as verdades podem ser demonstradas.
Nenhum artista tem simpatias éticas.
Uma simpatia ética num artista é um maneirismo de estilo imperdoável. Um artista nunca é mórbido.
O artista pode exprimir tudo. Sob o ponto de vista da forma, a arte do músico é o modelo de todas as artes. Sob o ponto de vista do sentimento, é a profissão de actor o modelo.
Toda a arte é, ao mesmo tempo, superfície e símbolo. Os que penetram para além da superfície, fazem-no a expensas suas.
Os que lêem o símbolo, fazem-no a expensas suas. O que a arte realmente espelha é o espectador, não a vida.
A diversidade de opiniões sobre uma obra de arte revela que a obra é nova, complexa e vital.
Quando os críticos divergem, o artista está em consonância consigo mesmo.
Podemos perdoar a um homem que faça alguma coisa útil, contanto que a não admire. A única justificação para uma coisa inútil é que ela seja profundamente admirada.
Toda a arte é completamente inútil.
Oscar Wilde
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