sexta-feira, 4 de junho de 2010

História em quadrinhos no Brasil



Zé Caipora" de 1886.


As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, adotando um estilo satírico conhecido como cartuns, charges ou caricaturas e que depois se estabeleceria com as populares tiras diárias. A publicação de revistas próprias de histórias em quadrinhos no Brasil começou no início do século XX. Mas, apesar do país contar com grandes artistas durante a história, a influência estrangeira sempre foi muito grande nessa área, com o mercado editoral dominado pelas publicações de quadrinhos americanos, europeus e japoneses. Atualmente, o estilo comics dos super-heróis americanos é o predominante, mas vem perdendo espaço para uma expansão muito rápida dos quadrinhos japoneses (conhecidos como Mangá). Artistas brasileiros têm trabalhado com ambos os estilos.
 
A revista O Tico Tico, lançada pelo jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, foi a primeira a publicar histórias em quadrinhos no Brasil. Sua primeira edição saiu no dia 11 de outubro de 1905, uma quarta-feira e não em uma quinta como dizia a capa. O modelo seguido pela Tico Tico era o da revista francesa La Semaine de Suzette, personagem que foi publicada pela revista com o nome de Felismina. Era publicada em dois tipos de papel, com quatro páginas coloridas e as restantes usavam no lugar do preto e branco habitual uma combinação de branco com vermelho, verde ou azul. O primeiro exemplar custava 200 réis e como não havia inflação na época a revista permaneceu
com esse preço até a década de 1920.

Buster Brown, inspirador do personagem brasileiro Chiquinho.


O personagem mais popular da revista, Chiquinho, era uma cópia não-autorizada de Buster Brown, criado por Richard Felton Outcault. Este fato só veio à tona nos anos 1950, quando o plágio foi denunciado por desenhistas de São Paulo. Quando o personagem Buster Brown deixou de ser editado, sua contra-parte brasileira passou a ser desenhada pelos desenhistas brasileiros Loureiro, A. Rocha, Miguel Hochman, Alfredo Storni e seu filho Osvaldo





Angelo Agostini, pioneiro dos quadrinhos brasileiros
Os quadrinhos no Brasil possuem uma longa história, que remonta ao século XIX, com o trabalho pioneiro de Angelo Agostini que criou uma tradição de introduzir desenhos com temas de sátira política e social (as conhecidas charges) nas publicações jornalísticas e populares brasileiras. Entre seus personagens populares estavam o "Zé Caipora" e Nhô-Quin" (1869). Em 1905 surgiu a revista O Tico Tico, considerada a primeira revista de quadrinhos do Brasil, com trabalho de artistas nacionais como J. Carlos. A partir dos anos 1930, houve uma retomada dos quadrinhos nacionais, com os artistas brasileiros trabalhando sob a influência estrangeira, como a produção de tiras diárias de super-heróis (com a publicação do Garra Cinzenta em 1937 no suplemento A Gazetinha) e de terror, a partir da década de 1940, com os jornais investindo nos chamados "suplementos juvenis", ideia trazida da imprensa americana (que lançou as sessões de tiras dominicais) por Adolfo Aizen. Em 1939 foi lançada a revista O Gibi, nome que se tornaria sinônimo de revista em quadrinhos no Brasil.


Continuando com a tradição dos cartuns e charges, se destacaria o cartunista Belmonte, criador do Juca Pato. Em 1942 surgiu o Amigo da Onça, célebre personagem que aparecia na revista jornalística O Cruzeiro.



No início dos anos 1950, novos quadrinistas brasileiros que iam aparecendo não conseguiram trabalhar com personagens próprios em função da resistência dos editores. Álvaro de Moya produziu capas de o Pato Donald para a Editora Abril. Há ainda o trabalho de Gutemberg Monteiro, que foi trabalhar no mercado americano, desenhando com muito sucesso os quadrinhos de Tom & Jerry. A EBAL, empenhada em demonstrar o potencial educacional dos quadrinhos (que nessa época estavam sob críticas moralistas, principalmente nos Estados Unidos), contratou alguns artistas para desenhar matéria cultural, como adaptação de livros e de episódios da história do Brasil. No gênero do faroeste apareceu a revista do Jerônimo, publicada pela RGE em 1957, desenhada por Edmundo Rodrigues baseada em uma novela de rádio



 Nos anos 1950 surgiram também os primeiros trabalhos independentes de Carlos Zéfiro, autor dos catecismos (quadrinhos eróticos).


FONTE : Brasil - Wikipédia,

terça-feira, 1 de junho de 2010

CONCURSO DE DESENHO - EQUIPE A.R.C.A

CONCURSO

Estamos realizando um concurso de desenhos sobre drogas para desenvolvermos várias campanhas com folder, cartazes e livretos, cada ganhador ou ganhadores que seus desenhos forem selecionados para serem usados nestas campanhas, receberão vários prêmios.
Na 1ª campanha nos vamos realizar junto com o Instituto Educacional Progresso, e patrocinados por empresários, será a de um desenho de uma imagem sobre drogas, qualquer droga: maconha, crack, cocaína, álcool, etc., o importante é que seja uma imagem sobre o assunto, para fazermos um folder para a comemoração do dia internacional de combate as drogas que será dia 26 de junho.

O ganhador deste concurso para esta campanha receberá um curso de informática a escolher de iniciante a profissionalizante.
A entrega dos desenhos deverão ser feitos até o dia 10 de junho no Instituto Educacional Progresso situado na cobertura do Lagoa Shopping, rua Érico Coelho, 45, Centro, Cabo Frio, Learte na praça Jardim Esperança ou enviar para este e-mail.


Os outros desenhos se não forem usados nesta campanha poderão ser usados em outras campanhas com os prêmios relativos a estas campanhas. Maiores informações nos tel.: (22) 2647.2964 ou (22) 9914-3450.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

ZEL ILUSTRA REVISTA - GAZETA DE MARICÁ

Colaborei com a edição especial da Revista da Gazeta de Maricá com ilustração que acompanha matéria sobre a vida e o trabalho do Deputado Paulo Melo. A ilustração foi fundamentada na matéria da revista tendo como base a luta que teve para alcançar a atual posição em sua vida




De engraxate a Alerj, uma lição de vida


Quem conhece hoje o deputado Paulo Melo, um homem bem informado, articulado, consciente de seus deveres políticos e do seu compromisso com o eleitor, sem qualquer traço de demagogia, ou seja, embasado nos preceitos legais que um mandato político exige, nem sonha com a difícil caminhada e com as adversidades que pontuaram o início dessa trajetória. A família do menino Paulo Melo vivia em uma fazenda cujas terras se estendiam por boa parte do município de Saquarema até Bacaxá, onde seu pai era meeiro e plantava milho, mandioca e feijão.

De olho no crescimento e já vislumbrando novos tempos, o proprietário da fazenda decidiu lotear as terras e vender. Com isso, a família teve que deixar o local e a sua fonte de sustento. Primeiro, foi morar nas ruas, depois, contou com a ajuda de um prefeito que cedeu a sala de um colégio para que pudessem ficar abrigados. Mas Paulo Melo sempre acalentou o sonho de poder mudar de vida. Impulsionado por esse desejo, o menino saiu de casa antes mesmo de completar os 12 anos de idade e foi para o Rio de Janeiro. “Morei algum tempo nas ruas, fui albergado da Fundação Leão XIII, exatamente Albergue João XXIII, na Praça da Harmonia. Dormi em vários lugares, fiz todo tipo de serviço que se possa imaginar, trabalhava num escritório como auxiliar de serviços gerais e no final de semana eu fingia que ia embora, ficava trancado sábado e domingo dentro do escritório porque eu não tinha onde morar”, conta o deputado.

Até os 16 anos de idade, Paulo dormia nas ruas, foi levado várias vezes pelo Juizado de menores que, na época, imprimia uma ação contundente aos menores de rua, já que não havia o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Era o Código de Menores que dava todo poder ao juiz, inclusive podendo tirar o poder pátrio a hora que quisesse. Ele determinava punições. Existia uma coisa estigmatizante: quando menor era detido pelo Juizado logo tinha sua cabeça raspada. Mas eles não raspavam a cabeça dos garotos de classe média, da Zona Sul, só daqueles que eram desprovidos da sorte”, lembra Paulo.

A vida seguia com ele trabalhando como engraxate, vendedor, limpador de prédios, vendedor de picolé na Praia de Copacabana até que conseguiu um emprego de guariba em uma agência de automóveis em Botafogo. Lá, ele conheceu uma mulher que mudaria completamente a sua vida. “Ela me incentivou a voltar a estudar, a terminar minha alfabetização, eu fui fazer Mobral aos 17 anos de idade, supletivo do primeiro estágio do Primeiro Grau na escola Tiradentes. Depois eu fui fazer o supletivo do segundo estágio do Primeiro Grau no Colégio Acadêmico, porque fiz amizade com o professor Paschoal Rapuano e ganhei uma bolsa. Quando eu estava no segundo estágio, minha mulher ficou grávida, teve um filho e eu tive que escolher o que fazer na vida. Então eu trabalhava de manhã, à tarde e à noite. Além da agência de automóveis, trabalhava à noite em construções. Ia pra casa e voltava de madrugada. Isso fez com que um mestre de obras transformasse o galinheiro da sua casa, em Marechal Hermes, em um quarto para que nós pudéssemos ir morar lá”, recorda o deputado.

Paulo conta que as oportunidades foram pintando, mas que ele nunca havia vislumbrado uma carreira política em sua vida. O destino lhe reservara mais uma página amarga em sua vida. “Em 1981, essa mulher que me tirou das ruas faleceu numa explosão de aquecedor. Ela estava grávida de oito meses, morreram os dois, ela e o filho que estava na barriga. Fiquei meio perdido”, lembra.

A partir daí, Paulo Melo começou a participar de alguns movimentos. “Em 1984, eu tinha um grande movimento no Rio de Janeiro, que era o Movimento SOS Criança, que trabalhava com menores de rua. Eu tinha um grupo de pessoas que trabalhavam neste movimento comigo. Com isso, eu comecei a conhecer pessoas políticas”, explica o deputado.

O primeiro passo estava dado e Paulo Melo começou então a ser invadido pelo desejo de fazer parte de um processo político. “Em 86 eu decidi a tentar algo que eu nem sabia muito bem o que era. Foi uma coisa muito atípica que aconteceu e eu me enveredei pelo campo político e me candidatei a deputado pelo PTR (Partido Trabalhista Renovador), não obtive êxito. O gozado é que, naquela época, eu seria deputado porque o PMDB tinha tido vários candidatos que não conseguiram legenda e como tinha um monte de mutreta, conseguiram que essas pessoas entrassem no PTR como já inscritos e eles foram candidatos. Deles, foram eleitos dois candidatos Rubens Bomtempo, pai do Rubinho, de Petrópolis e Oton Sampaio, de São Gonçalo. Foram seis candidatos do PMDB que vieram para o PTR. Se essas pessoas não viessem, com o número de votos que eles trouxeram, mesmo que eles não tivessem entrado, o PTR faria um deputado e eu fui o primeiro do PTR. Então eu seria deputado”, afirma.

O que na época pareceu uma derrota acabou se transformando em vitória devido à experiência adquirida por Paulo Melo. “Graças a Deus não fui eleito porque, sem experiência, num governo extremamente conturbado como o de 86, quando Moreira foi governador, eu teria sucumbido como toda a sua bancada. Foram raras as exceções que se reelegeram. São raros os deputados que voltaram. Então, se tivesse entrado, minha vida política teria terminado ali. Em 88 eu me elegi vereador e em 90 fui eleito deputado. Em 94 eu tive a oportunidade de conhecer o Marcelo Alencar, uma pessoa de extrema importância na minha vida política e no meu aperfeiçoamento humano. Eu fui eleito vereador aos 31 anos de idade e deputado aos 33 anos de idade. Estou com 53, são 20 anos como deputado, dois como vereador, numa trajetória clara e transparente”, conclui Paulo Melo.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

CHARGE

Inspirado em charge da década de 70 de Afonso Celso Duarte –Afo cartunista mineiro de Araguari –MG .


Adaptei para os acontecimentos políticos da Região do Lagos , não só do imbróglio político de Cabo Frio mais de vários municípios onde usa-se o nome de Deus para justificar vitórias e derrotas, como diz uma música : - Deus lhe Page ! Deus lhe crie! Deus lhe abençoe!... Deus já deve estar de saco cheio.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

EVENTO NO C.E.MIGUEL COUTO

Hoje foi distribuído em torno de trezentos Laptops para os alunos da rede estadual, no evento que foi realizado no C.E.Miguel Couto e teve inicio as 09h00min h. com muita animação e distribuição de brindes para os alunos dos colégios da baixada litorânea I e II. O governador chegou ao colégio as 11h00min quando se deu inicio a distribuição dos Laptops aos alunos que tiveram melhores notas na prova da SAERJ..


A direção do

 Colégio Miguel Couto era só sorrisos devido ao resultado dos alunos do Colégio Miguel Couto.

















Clarencio esteve no local com as marionetes para se apresentar no evento , pois por onde ele e os seu aprendizes na arte da manipulação de bonecos se apresenta e só sucesso.

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O Que Que houve o Deputado Paulo Melo tampou o Nariz?


                                                                                     

OTIME DOS SANTOS

ZEL cartunista SEGURAÇAS, E ALUNOS


Os vereadores Alfredo Gonçalves, Fernando Comilão, Rogério do Laboratório E Também compareceram Silvan.






Em uma breve conversa que tive com o presidente da câmara o vereador Alfredo Gonçalves ele confirmou : - sou pré candidato a deputado estadual!





Silvan, COMILÃO E BIGODE
                                                         
OTTO EO CORAÇÃO DE Marquinhos

terça-feira, 25 de maio de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

PENSAMENTOS



Aqui, no entanto, nós não olhamos para trás por muito tempo.

Nós continuamos seguindo em frente, abrindo novas portas e fazendo coisas novas, porque somos curiosos...
E a curiosidade continua nos conduzindo por novos caminhos.

Walt Disney

                                                    A CRISE - ILUSTRADA


-A caridade é a única maneira conhecida de promover, manter e aumentar a pobreza.

- Ser pobre não é tão ruim, até que você esteja